No Galope Martelando o Carnaval

A Bahia que é terra da alegria
Com a tristeza debaixo do tapete,
É madrasta que bate com cacete,
Espremendo nas cordas da folia
Todo filho que não compra a alforria
P’ros galopes do inverso do divino,
Com cordeiros de Deus cantando em hino
O nocaute no pobre moribundo;
Ôh mundinho que raso não vai fundo,
No qual funda a tristeza e o desatino.

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