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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Epigrama para um palhaço apocalíptico

Já Morreu, bobo sem graça, Fez ato impressionante, Sem tato para ambulante Resolveu sua desgraça, Numa das mãos a cachaça E noutra uma pá amolada, Simulava ser piada Soterrando o corpo vivo, Morreu se sentindo altivo Aplaudido a gargalhada.